Solidão, Soledade, Solitude, Sozinhice: os Sinais da Literatura
Palavras-chave:
solidão, exílio, literatura, artesSinopse
Estar só reveste-se de múltiplos sentidos, nem sempre fixados pela fenomenologia da circunstância que medeia o sujeito. A problematização inerente ao tema conduziu à prospeção de olhares diversos em torno da solidão, que tanto conflui em eco etimológico da saudade no arcaísmo soledade, como se reveste dessa aura benigna da comunhão consigo mesmo identificada na solitude, ou mesmo se intensifica no desconcertante neologismo autenticado por Luandino Vieira: a sozinhice.
Os treze textos que formam este volume lançam outros tantos olhares sobre a questão, a partir de vários campos disciplinares que contemplam tempos e espaços diferenciados.
Capítulos
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Introdução
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A solidão como opção pessoal no Portugal de Quinhentos: o caso de D. Duarte (1541-1576)
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Solitary confinement: voluntary and involuntary psychic insulation
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Poesia esculpida: o desterro em Alexandre Herculano e Soares dos Reis
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Mário de Sá-Carneiro — um exilado em Paris
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Interstícios de solidão no expressionismo de língua alemã
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Simões Lopes Neto: duas formas de solidão no pampa oitocentista
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Novelas de Xadrez: concretizações da solidão na narrativa de Stefan Zweig e nas releituras fílmicas da obra
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A coletânea de contos Nichts als Gespenster, de Judith Hermann, e a solidão feminina na sociedade alemã da era da globalização
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A monstruosidade dos isolados: solidão na short story em manga Billions Alone
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A sozinhice de Ophelia e outros no labirinto das vidas
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Onde está a solidão no século XXI? O reconhecimento social pelo horror
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Universos femeninos de fragilidad, desarraigo y soledad en la narrativa de Sara Mesa
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A solidão como força motriz na caminhada migratória pelo Norte de África: uma análise de Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia
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